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'Múltiplo Olhar' no Olímpio Campos

Foi aberto na tarde da última sexta-feira, 06, no Palácio-Museu Olímpio Campos (PMOC), a exposição do artista plástico Sérgio Amorim, intitulada: "Múltiplo Olhar". A mostra artística é uma iniciativa do PMOC para divulgar o Museu e ao mesmo tempo oportunizar o artista a mostrar seu trabalho. A solenidade de abertura contou com a participação do coral do Museu da Gente Sergipana e de personagens da política e das artes sergipanas. A exposição acontece no salão de Multieventos do PMOC até dia 18.


Esta é a primeira vez que Sérgio Amorim expõe seu trabalho em Sergipe. Suas telas Amorim expressam a preocupação com a preservação da beleza natural e em retratar o belo. Mestre em manipular o jogo de luz e sombra, que confere um enorme grau de complexidade à sua obra, Sérgio Amorim trouxe para a mostra 30 peças que estão à venda com preços que variam de R$ 1 mil a R$ 7 mil.


O secretário-chefe da Casa Civil, Jorge Alberto, esteve na abertura da exposição elogiou o trabalho do artista. Ele ressaltou que o Palácio-Museu Olímpio Campos, está de portas abertas para divulgar a arte e cultura de Sergipe. "Exposições dos nossos artistas já passaram por aqui, mas, queremos muitas outras para divulgação do talento do nosso povo. Isto é uma prioridade no governo de Marcelo Déda, divulgar os nossos artistas e cultura sergipana, bem como a de outros estados para maior interação, troca de ideias e experiências", esclareceu secretário.


A diretoria do PMOC ao decidir pela realização desta exposição viu como forma de atrair público diferenciado que aprecia e coleciona obras de artes. "Está exposição é inédita. Faz três anos que estou à frente da diretoria do museu e nunca me deparei com magnífica exposição. Não vejo diferença com outros artistas renomados do nosso país e me sinto engradecido com estas telas expostas aqui", pontou o diretor do Palácio-Museu, Oyama Teles. Ele deixou claro que este foi o pontapé inicial para muitas outras exposições, "e que artistas da nossa terra sintam-se convidados a expor seu trabalho, pois as portas estarão sempre abertas e será uma honra", ressaltou.


As pinturas que fazem parte da amostra -a maioria, retratos- exemplificam os diferentes aspectos do cotidiano baiano, em que se sobressair composição, fundo, desenho, massas de cor, planos de iluminação e de sombreamento. A realização desta exposição foi graças a Cesar de Freitas Gonçalves que há 13 anos trabalha com o artista plástico vendendo e divulgando seu trabalho no Pelourinho, em Salvador.


Múltiplo Olhar

Em algumas obras percebe-se a pincelada fluida e construtiva, os brancos intensos em algumas telas, a exagerada extensão de alguns membros, como os braços, traços bem desenhados. Em outras o pintor humaniza os lugares e a natureza transmitindo-lhes vida, movimento e sentimentos através da intuição exata da forma e da textura. "Agradeço a diretoria do Palácio-Museu Olímpio Campos que me acolheu e deu esta oportunidade de mostrar ao público minha arte. A arte comunica para nós da maneira mais clara a vida, e tento expressar em minhas telas o cotidiano e o belo da natureza e meu múltiplo olhar das coisas que observo", disse o artista plástico Sérgio Amorim.


Em sua programação o PMOC sempre realiza exposições de artistas da nossa terra e agora abre portas para um grande artista renomado de outro estado. Eliana Borges, diretora de Educação e Pesquisa, disse que o Palácio-Museu abraçou a exposição como uma oportunidade de oferecer aos visitantes o conhecimento de obras de arte inéditas, que retratam cultura baiana e um pouco das paisagens sergipanas, como a antiga ponte do rio Poxim.


O arquiteto Marcelo Leal parabenizou o PMOC pela organização e elogiou pessoalmente o artista Amorim. "A exposição traz a realidade do Estado da Bahia que possui uma rica e vasta beleza. O Palácio-Museu Olímpio Campos está de parabéns por este evento que tenta mostrar qual a forma e o modo de vida do homem baiano através de cores vivas expressam em cada detalhe", disse artista plástico sergipano, Antônio da Cruz.


Exposições, prêmios e obras do artista

Sérgio Amorim é um artista plástico baiano de Itaberaba. O artista tem obras espalhadas em vários estados brasileiros, por onde passaram suas exposições, e em alguns países como Itália, Espanha, Paraguai, Portugal, Nova Zelândia e Argentina.

Em 1998 estudou artes plásticas na escola de Belas Artes, São Paulo. Em 2000 teve oportunidade de expor seu trabalho na Galeria Golde em Ribeirão Preto, São Paulo, logo depois em Recife, na Galeria Arte Maior, e Galeria de Arte Patente em Vitória, Espírito Santo, as duas no ano de 2002. Três anos depois a Bahia foi contemplada com a beleza de suas telas na Biblioteca Municipal de Rui Barbosa. E recentemente em 2010 ministrou aula pelo projeto na penitenciaria feminina em Salvador, na Bahia.

Amorim recebeu diversos prêmios, entre eles o Troféu de Ouro com a obra "O Tropeiro" no Festival Nacional do Folclore, realizado no Olímpio, São Paulo.


Serviço


A exposição é aberta à visitação pública até dia 18 de outubro e o acesso é gratuito. O Palácio-Museu Olímpio Campos funciona na Praça Fausto Cardoso, Centro de Aracaju, de terça a sexta-feira, das 10 às 17 horas e aos sábados e domingos das 9 às 13 horas.





Postado: 13/04/2016 - 14:10:33

 

 

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A definição de casa-museu ou palácio-museu prevê a proteção da propriedade natural ou cultural, móvel ou imóvel, em seu local original, ou seja, preservada no local em que tal propriedade foi criada ou descoberta. Para que isso aconteça é necessário promover a restauração do patrimônio e utilizá-lo com fins didático-pedagógicos e culturais. Além disso, o Palácio-Museu Olímpio Campos promove eventos abertos ao público, a exemplo de exposições fotográficas, mostras de artistas, lançamentos de livros, entre outros. O novo projeto disponibiliza também serviços de guia para visitação, curadoria, pesquisa, documentação histórica, cafeteria e livraria etc.
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