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Abertura do I Festival de Violão de Sergipe no Palácio Museu Olímpio Campos

Com o objetivo de proporcionar à população sergipana acesso a música de qualidade, o Palácio Museu Olímpio Campos (PMOC) foi palco da abertura do I Festival de Violão de Sergipe (FEVISE), na última sexta-feira, 07. O evento é uma parceria entre o Governo de Sergipe/Casa Civil e o Núcleo de Música da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Crianças, jovens, adultos e personalidades da música local prestigiaram a apresentação dos recitais de Marcus Ferrer e o Duo Igor Côrtes e Lucas Pinheiro, que deram início a esta temporada de música e história. Os demais recitais acontecerão nos dias 21 de fevereiro, 07 e 21 de março, 11 e 25 de abril, 09 e 23 de maio (data de encerramento do Festival).

O FEVISE realizará também palestras relacionadas ao mundo da música. Elas acontecerão aos sábados, quinzenalmente, sempre às 10 horas. Para participar é preciso preencher uma ficha de inscrição que está disponível, juntamente com toda a programação do evento, no endereço eletrônico: http://fevise.blogspot.com.br

Os artistas

Grandes nomes passarão pelo Palácio Museu Olímpio Campos. Serão apresentações de músicas brasileiras consagradas, mas também de recitais inéditos e autorais. "O Festival será um grande momento para que nossos violonistas possam mostrar seu trabalho. Este é o primeiro de muitos que virão, queremos muito mais oportunidades para mostrar nosso trabalho e discutir questões relacionadas à pesquisa e ensino em música", declarou o mestre em música, Marcus Ferrer.


Igor Côrtes e Lucas Pinheiro, segunda apresentação da noite, falaram da importância de um evento como este para os violonistas sergipanos e de como o festival contribui para mostrar as produções musicais existentes no Estado, muitas vezes desconhecida pelo público.


Os artistas que se farão presentes neste momento inédito para o cenário musical serão: Duo João Liberato e Ricardo Vieira; O violonista Diego Lima; Emmanuel Vasconcelos (integrante do grupo Renantique), que fará uma breve apresentação com seu alaúde; Quarteto de Violões Quavis (Quarteto de Violões de Sergipe); e o organizador do evento, Alessandro Pereira.


Em abril, a festa fica sob a responsabilidade do bacharel e mestre em música pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorando pela Universidade Federal da Bahia, Thiago Colombo de Freitas, e pelo professor Gilson Antunes. E no mês de maio, encerrando a programação do I FEVISE, será a vez dos recitais do violonista Alberto Silva e do professor de violão da USP, Gustavo Costa.


"Os artistas que se apresentarão aqui no Palácio Museu englobam a produção erudita e popular. Esses artistas mostrarão composições inéditas e autorais", enfatizou Marieta Barbosa Oliveira, diretora do PMOC. E completou dizendo que "os recitais que serão apresentados ao longo dos próximos meses são só uma pequena mostra da riqueza e vertentes da nossa música, que muitas vezes é desconhecida".

O público


A abertura do I FEVISE reuniu grandes nomes da música sergipana, como os professores-doutores de piano da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Eduardo Conde Gárcia e sua esposa, Priscila Campary Gárcia; do professor de projetos beneficentes e oficinas municipais e estaduais de violão, Ricardo de Souza Ferreira; entre outros nomes do cenário musical.


"Estar como ouvinte de um evento como este é emocionante. As apresentações de hoje têm toque, refinamento e o diferencial de um grande pesquisador como Marcus Ferrer, que coloca em seus recitais emoção e amor", pontuou o professor Eduardo Gárcia.


"Em toda a minha trajetória de professor de violão nunca participei de um evento voltado para este instrumento único e apaixonante. Espero que seja o primeiro de muitos e que abra portas para músicos sergipanos e de outros Estados", disse o professor Ricardo de Souza.


Quem também se fez presente na abertura do I FEVISE foi a família da estudante de psicologia da Universidade Federal de Sergipe, Tamyres Lima Santos, que elogiou a iniciativa do projeto, por valorizar os artistas e violonistas locais e realizar uma ação beneficente neste festival, que conta com a arrecadação de alimentos não-perecíveis.


Maiores Informações


O Festival de Violão de Sergipe (FEVISE) surgiu a partir da demanda local por um espaço acadêmico voltado para discussões relacionadas à pesquisa, ensino, e apresentações artísticas dos violonistas sergipanos. A iniciativa pretende consolidar-se como uma oportunidade da comunidade musical e violonista sergipana de reunir-se periodicamente para a realização de recitais e discussão de questões relacionadas à pesquisa e ensino em música.


A escolha do Palácio Museu Olímpio Campos foi, justamente, porque o Palácio mantém uma programação diversificada, com foco na história da sociedade e da política sergipana, apresentando eventos culturais ao longo do ano para os seus visitantes.
Fotos: Egicyane Lisboa/SECC





Postado: 13/04/2016 - 16:42:13

 

 

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A definição de casa-museu ou palácio-museu prevê a proteção da propriedade natural ou cultural, móvel ou imóvel, em seu local original, ou seja, preservada no local em que tal propriedade foi criada ou descoberta. Para que isso aconteça é necessário promover a restauração do patrimônio e utilizá-lo com fins didático-pedagógicos e culturais. Além disso, o Palácio-Museu Olímpio Campos promove eventos abertos ao público, a exemplo de exposições fotográficas, mostras de artistas, lançamentos de livros, entre outros. O novo projeto disponibiliza também serviços de guia para visitação, curadoria, pesquisa, documentação histórica, cafeteria e livraria etc.
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